Uma reviravolta inesperada marcou a investigação da chacina que vitimou três mulheres em uma padaria de Ribeirão das Neves, em Minas Gerais, no dia 4 de fevereiro. O adolescente que havia sido apreendido como principal suspeito, ex-namorado de uma das vítimas, foi liberado após o Ministério Público pedir sua soltura, e um novo suspeito, um cliente da padaria de 30 anos, foi preso e confessou o crime. As vítimas foram identificadas como Nathielly Kamilly, de 16 anos, Ione Ferreira Costa, de 56 anos, e Emanuelly Geovanna, de 14 anos, que foi socorrida após ser baleada, mas não resistiu aos ferimentos. O crime foi cometido por uma pessoa que chegou de moto e estava de capuz.
A primeira suspeita foi de crime passional, o que levou à apreensão do adolescente, mas com o avanço das investigações, a polícia mineira passou a considerar outras possibilidades. O adolescente foi liberado após o Ministério Público pedir sua soltura, e a Justiça acatar o pedido. Enquanto isso, a polícia trabalhava na identificação de um novo suspeito. A prisão de Magno Ribeiro da Silva, de 30 anos, foi realizada no bairro Céu Azul, na região de Venda Nova, em Belo Horizonte, com uma arma de fogo calibre .380. Segundo a polícia, ele confessou o crime e é considerado o novo principal suspeito.
Ele era frequentador da padaria e, segundo a polícia, teria cometido o crime sem motivo aparente até o momento. O suspeito não tem antecedentes criminais. A chacina causou grande comoção na comunidade, e a polícia trabalha para esclarecer todos os detalhes do caso. A investigação ainda busca entender o que levou Magno Ribeiro da Silva a cometer o crime.
A liberação do adolescente e a prisão de Magno Ribeiro da Silva representam uma mudança significativa no curso da investigação. A polícia mineira segue trabalhando para concluir o caso e garantir que a justiça seja feita. O caso segue sob investigação, e mais informações devem ser divulgadas à medida que a apuração avançar.
